16 novembro 2006

Representação Tabular de Dados

Com conteúdo do PROA11, busquei informações mais informações sobre a "Outros Tipos de Agressão", buscando enriquecer um pouco mais nosso PA. Segue aqui informações e uma representação tabular dos dados abaixo:
AGRESSÃO INDUZIDA POR MEDO
Medo pode ser definido como: "Perturbação resultante da idéia de um perigo real ou aparente ou da presença de alguma coisa estranha ou perigosa; pavor, susto, terror" - Dicionário Michaelis Conforme definição de Beaver BV, The Veterinarian´s Enclyclopedia of Animal Behavior, University Press, 1994: "Medo é uma sensação de desconforto ou constrangimento causada pela proximidade de um objeto ou indivíduo particular" Cães que experimentam a sensação do medo podem responder ao estímulo de diversas formas: evitando a situação com uma atitude de fuga, submissão ou agressão. Esta última forma de resposta produz o chamado "Mordedor por medo" ou como dizem muitos "mordedor de medo", cão bastante propenso a causar acidentes. Por exemplo, uma criança que se aproxima rapidamente mantendo contado com os olhos pode ser fonte de medo para um cão inseguro e, se este responder ao medo com agressão, o resultado pode ser facilmente previsível. Situações que causam dor a um mordedor por medo – por menor que seja esta, também podem ser respondidas com agressão, não pela dor propriamente dita, mas pela sensação de medo experimentada. Desta forma um mordedor por medo é inseguro quanto às experiências corriqueiras tais como: encontros sociais, proximidade com objetos estranhos, etc. e está sempre pronto a responder com agressão a esta insegurança. É interessante notar que um mordedor por medo exibe muitas vezes uma linguagem corporal bastante ambígua. Enquanto a parte anterior pode exibir sinais que seriam de dominação tais como olhar fixo e dorso mais alto - apesar da cabeça estar geralmente mais baixa, as patas traseiras podem estar flexionadas e a cauda entre as pernas em sinal de submissão. As estatísticas mostram que a mordedura por medo representa até 23% dos casos de agressão e que a taxa tende a ser maior em fêmeas, sendo que a castração não influi no comportamento, tanto de machos como de fêmeas. Freqüentemente as causas deste distúrbio de comportamento são genéticas, podendo, entretanto, também ter causas ambientais. Em casos de mordedores por medo, o mais correto a se fazer é a dessensibilização, ou seja, expor o animal gradativamente a situações de gerariam medo e deixá-lo confortável, através de recompensas como comida e carinho. É interessante também corrigi-lo quando ele mostrar agressão. Com o tempo, a tendência é a diminuição das agressões, e em alguns casos, de forma bastante pronunciada. Entretanto é importante salientar que elas nunca cessarão definitivamente e por completo, principalmente se for por causas genéticas, devendo o proprietário ficar sempre atento ao seu animal em situações que podem causar medo ao seu animal.
AGRESSÃO ENTRE CÃES DO MESMO SEXO.
Agressão entre cães de sexos diferentes é quase inexistente sendo a agressão intra-sexual muito mais importante. Nesta modalidade a agressão entre machos é relativamente comum, sendo exibida mais freqüentemente em machos não castrados. Já a agressão entre fêmeas é menos comum, mas não é rara. A modificação do comportamento através de estímulos positivos e correções pode ajudar, mas na maioria das vezes quando dois machos ou duas fêmeas que compartilham o mesmo espaço físico mostram sinais de agressão intra-sexual, a melhor maneira de resolver o problema definitivamente é a separação física dos envolvidos. É importante lembrar que a briga entre cães pode ser bastante violenta e o proprietário ou outra pessoa deve tomar todo o cuidado na tentativa de separar os cães, para não se ferir.
AGRESSÃO PROTETORA DE OBJETOS:
Este tipo de comportamento é relativamente comum, 17% dos casos de agressão, aproximadamente - Beaver BV, The Veterinarian´s Enclyclopedia of Animal Behavior, University Press, 1994. O cão guarda com agressividade, brinquedos que ele gosta ou objetos roubados tais como panos ou objetos do lixo. O problema também pode estar relacionado com dominância. Muitas vezes o proprietário reforça tal comportamento trocando tal objeto por comida, desta forma o cão se sente recompensado e estimulado a repetir tal atitude. Outras vezes o proprietário recua diante da atitude agressiva do cão, estimulando novamente o comportamento. Nestes casos o importante é mostrar para o cão, desde filhote, que o brinquedo pertence ao proprietário, que concederá ao cão a chance de brincar com o objeto, mas que a seção de brincadeiras acabará quando proprietário quiser. Assim que a seção de brincadeiras acabar, o brinquedo deve ser retirado do cão. Quando o cão aceitar esta situação o problema cessará.
AGRESSÃO PROTETORA DE ALIMENTOS:
Em alguns cães a agressão protetora de alimentos pode estar relacionada com situações de dominação enquanto que para outros não apresenta relação com qualquer outro tipo de agressão. Não é um problema fácil de se eliminar, pois é um comportamento diretamente ligado a sobrevivência. Uma atitude correta do proprietário é mostrar ao cão, desde filhote, que uma atitude agressiva na hora da alimentação significará, por exemplo, deixar de alimentá-lo naquele momento, retirando a comida. Em um cão adulto, o problema já se mostra bem mais difícil de ser resolvido, principalmente se estiver relacionado à dominância. O processo que poderá ser empregado para solucionar ou amenizar o problema é o mesmo descrito acima, obviamente com muito mais dificuldade em sua execução. Sergio de Oliveira Diretor de adestramento da Sociedade Valeparaibana de Cães Pastores Alemães.
Portanto, penso que estas informações sobre agressões, é inerente ao nosso PA, quando abordamos inserimos em nosso Mapa Concentual 1 a agressão, e daí partimos para o contrtução do nosso Mapa conceitual 2. As infomrações acima seriam representadas da seguinte forma:
OUTROS TIPOS DE AGRESSÃO
- AGRESSÃO INDUZIDO POR MEDO = 23%
- AGRESSÕES ENTRE CÃES DE MESMO SEXO = MACHO (MAIS COMUM)
FEMÊA (MENOS COMUM)
- AGRESSÕES PROTETORA DE OBJETOS = 17%
- AGRESSÃO PROTETORA DE ALIMENTOS = PODE ESTAR RELATIVA A DOMINAÇÃO

12 novembro 2006

Mudanças são necessárias

Bom correndo contra ao tempo, pois tive alguns problemas, tanto pessoais como com o uso da tecnologia quando postava meu texto, dando minha opinião com relação aos textos:

  • Conteúdos para que? Por que?;
  • Projeto? como é? como se faz?;
  • Perguntas inteligentes: O que é isto?:
  • Qual é a questão?

Começamos a perceber que a sociedade hoje vive momentos de intensas transformações decorrentes da necessidade de se compatibilizar, adequar ou mesmo mudar valores de uma ordem mundial em transição, por novos valores da chamada "Era do Saber, da Informação e da Automação".

Memorização e transmissão são componentes do modelo tradicional de educação que prevalece ainda hoje nas escolas mundo afora, não só no Brasil. Há cinco mil anos a escola está baseada no falar-ditar do mestre e na repetição do que foi dito por ele. Mas entendo que ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou construção. O modelo tradicional de educação tem sido substituido pelo conceito de interatividade como princípio comunicacional de uma nova sala de aula. Interatividade não é apenas um novo modismo.

A Interatividade significa a comunicação que se faz entre emissão e recepção entendida como co-criação. Isto tem me motivada a estudar e pesquisar nesta área e buscar através deste curso a mudança de minha pedagógica. Através deste texto percebo claramente que professor é aquele que cuida da aprendizagem suscitando a expressão e a confrontação dos estudantes a respeito de conteúdos de aprendizagem. Que esta mudança exigirá um tratamento adequado da comunicação de modo que se permita efetivar as interações e a aprendizagem em lugar da transmissão e da memorização. Falo de uma atitude comunicacional que não apenas atente para as interações, mas que também as promova de modo criativo. Essa atitude supõe técnicas específicas, mas antes de tudo requer a percepção crítica de uma mudança paradigmática.

Se repararmos que o estudante aprendeu com o controle remoto da tv, com o videogame e agora aprende como o mouse, e que esse trajeto resulta em migração da recepção passiva para uma nova recepção que evita acompanhar argumentos lineares que não permitem a interferência e modificação. Trata-se então de emergência de uma atitude menos passiva diante da mensagem que vem exigir uma nova sala de aula capaz de educar em nosso tempo onde transmissão e "decoreba" estão fora de lugar. O professor precisa se dar conta de que o modelo da transmissão perde terreno quando emerge a valorização das interações e da interatividade. Ele pode verificar essa transição observando, por exemplo, a televisão. Hoje essa campeã das mídias de massa incomoda-se com a lógica da distribuição em massa e procura modificar seus programas incluindo estratégias que permitam reciprocidade com o público. O professor também pode incomodar-se construir novas estratégias para promover mais e melhores interações. Tanto a escola tradicional quanto a mídia clássica (rádio, cinema, impressos e tv) se sustentam no mesmo paradigma da transmissão. Assim, se em televisão pode-se romper com a mera transmissão, em educação o professor também pode modificar a ambiência comunicacional e de aprendizagem de sua sala de aula aprendendo inclusive com os programadores de tv mais ousados. E se ele pode aprender algo com programadores de tv, poderá aprender ainda mais com os programadores de computador.

No computador as janelas múltiplas, móveis, em rede, permitem ao usuário adentramento não seqüencial e manipulação fáceis. O informata trabalha em sintonia com a arquitetura hipertextual do computador que permite ao usuário fazer links ou transitar aleatoriamente por fotos, sons, filmes, textos, gráficos, etc., e ainda interferir em conteúdos. Assim ele vai além da lógica unívoca da mídia de massa democratizando a relação do usuário com a informação e gerando um ambiente conversacional que não se limita à lógica da distribuição. Diante do computador o usuário ultrapassa da condição de espectador passivo para a condição de sujeito operativo, participativo, criativo. O professor pode encontrar inspiração nesse procedimento comunicacional e assim reinventar sua autoria em sala de aula.

O professor propõe o conhecimento. Não o transmite. Não o oferece à distância para a recepção audiovisual ou "bancária" (sedentária, passiva). Cada aluno é considerado sujeito participativo que se inscreve nos estados potenciais do conhecimento arquitetados pelo professor. Assim, não está mais reduzido a olhar, ouvir, copiar e prestar contas. Ele cria, modifica, constrói, aumenta e, assim torna-se criador e co-autor da aprendizagem. E quando ao professor, em sala de aula ele é mais que instrutor, treinador, guia ou facilitador. Ele é formulador de problemas, provocador de situações, arquiteto de percursos, mobilizador das inteligências múltiplas e coletivas na experiência do conhecimento.

Pensar em qualidade do ensino é pensar num questionamento constante sobre o papel da escola. É uma reflexão política no sentido de criar possibilidades de organização e mobilização. Mas na atual conjuntura, onde as escolas públicas, a comunidade se sente cada vez mais abandonada, a possibilidade de retomar a responsabilidade social dessas entidades, se torna cada vez mais difícil. Mas não impossível. Ficar alheio a essa discussão significa aceitar o modelo de ensino aceitar a exclusão da democracia e do exercício da cidadania no nosso dia a dia.

Para tanto, este professor precisa estar preparado para recriar sua prática, articulando diferentes interesses e necessidades dos alunos, o contexto, a realidade e a sua intencionalidade pedagógica. Como educador, ele deve estar consciente da direção que as atividades educacionais devem assumir e que objetivos devem ser atingidos. Isto significa que a prática do professor deve ser orientada por uma pedagogia relacional e muito mais complexa do que simplesmente dizer que é construtivista ou que é baseada no desenvolvimento de projetos. Na verdade, o mundo está ficando muito mais sofisticado e exigindo soluções educacionais mais profundas do que uma simples troca de terminologia.

Em muitas escolas a reformulação dos currículos tem início, meio e fim. E esse fim parece ser definitivo, impossibilitando mudanças necessárias. O processo de reformas curriculares deve ser um processo contínuo, mas mesmo se for colocado como terminado, a maioria das escolas faz periodicamente uma revisão curricular, que e agora são obrigadas a fazer, baseadas nos Padrões de Qualidade formulados pela Comissão de Especialistas do MEC. É preciso acompanhar isso muito de perto... Sem se esquecer de que nada adianta lutar por um bom currículo se essa luta não for ainda maior por avaliações responsáveis e justas, professores qualificados, infra-estrutura adequada e tudo o que forma a Educação.

Finalizo argumentando, pois, sobre a importância da educação escolar, da transmissão do saber objetivo pelo trabalho educativo na escola, levando o indivíduo à superação dos conceitos cotidianos pelos conceitos científicos, conhecendo de forma mais concreta, pela mediação das abstrações, a realidade da qual faz parte, é mesmo o nosso desejo?

Então, mãos a obra educadores!

PS: Gente, eu andei tentando fazer mudanças em nosso wiki, mas nada, continuo não conseguindo a organizar o SidBar. Em meu blog também tive problemas em postar minha opião dos texto que estavam na biblioteca. Deveria ter salvo no arquivo local e com minha mania de perfeição, querendo fazer tudo bonitinho me perdi nesta de adicionar gifs, perdi todo meu texto que postei na semana passada. Hoje é que tive um tempinho prá refazer refazer o texto e posrtar novamente, pois, viagei no final de semana passada e na escola não tá dando tempo prá nada, pois estamos em fase final de porjetos que estarão participando da Mostra do Conhecimento que acontecerá no dia 25/11/06. Agora mais um entrave, tentei varias vezes postar imagens junto ao que escrevi acima e não consegui. O qeu está acontecendo comigo? alguém pode me dar uma dica de como posso postar as imagens?